domingo, 14 de julho de 2013

Anel Maranhão fortalece 11J nas ruas de São Luís e segue na luta!



Por Micael Carvalho
         Executiva Estadual da Anel

No último dia 11 de julho a juventude em todo o Brasil estava junto dos trabalhadores pra expressar que precisamos de outra política econômica que atenda às necessidades do povo brasileiro. Nas ruas do Centro de São Luís ecoavam os sons dos tambores, das palavras de ordem, as bandeiras dos trabalhadores e trabalhadoras e muita disposição pra luta.
 
 “ôÔôÔ a Greve Geral chegou”

Dia 11 de julho amanheceu diferente de todas as manhãs. Trabalhadores e trabalhadoras acordaram com a Greve Geral no Brasil. Logo de manhã os a resistência no campo fechou a BR 122 no interior do Estado, em Vargem Grande – MA como parte das mobilizações do dia. Em seguida foi a vez dos portuários paralisarem suas atividades no Porto do Itaqui, um importante símbolo econômico do estado.
Durante a manhã as rádios já noticiavam que os ônibus iriam parar a partir das 15h, horário que estava marcada a concentração para o grande Ato em São Luís.
Por volta das 15h, na Praça Deodoro já começavam a chegar as centrais sindicais, sindicatos, movimentos populares e entidades estudantis. A ANEL-MA logo foi aquecendo seus tambores para a agitação do ato. Palavras de ordens de unidade estudantil com a classe trabalhadora foram as que ecoavam pelas ruas do centro da capital.
A condição de trabalho no país hoje precarizada se soma ao aumento das privatizações e o cortes em áreas da educação e saúde se choca diretamente com o governo Dilma que tem priorizado banqueiros, latifundiários, empresários etc. Os direitos dos trabalhadores cada vez mais reduzidos é outro fator que esteve presente em faixas e cartazes em São Luís.
Quando chegamos próximo à sede do Governo nos deparamos com as barreiras da polícia militar da governadora que impedia o acesso dos manifestantes à Praça Pedro II, que gerou muita revolta e

“A juventude que derrubou a tarifa vai derrubar a oligarquia Sarney”
insatisfação pela falta de diálogo que a Governadora tem com os manifestantes. Todos gritavam “a praça é do povo”.

 Na frente do bloco dos (as) estudantes seguia uma grande faixa retratando a indignação de milhares jovens, trabalhadores e trabalhadoras maranhenses com a oligarquia perversa que há meio século assola e destrói os sonhos de toda juventude. Sabemos que só existe um caminho para derrubar essa família oligárquica e conquistarmos a vitória: unidade com classe trabalhadora e disposição para lutar. Por isso levamos para as ruas a nossa luta pela educação, transporte e a luta contra às opressões, mas em nossa principal faixa estava o “Fora Sarney”.
O atraso do estado do maranhão é consequência dessa maldita oligarquia que explora há anos nosso estado, matando, oprimindo negros e negras, quilombolas, indígenas e principalmente trabalhadores do campo. Essa é uma luta histórica a ser protagonizada por uma grande revolta popular que a cada dia ganha mais força, com um sentimento de indignação de ocupar praças simbólicas como é a Pedro II que fica em frente ao Palácio dos Leões, sede do governo do Estado.

“Pra seguir lutando...”

11 de julho nos deixou uma lição muito importante. Precisamos continuar na luta por uma Educação pública de qualidade, por uma saúde de qualidade e digna, por direito a terra, contra as opressões e contra toda exploração.
O recado foi dado à Roseana, não iremos desistir enquanto ela não cair. Nós já nos colocamos à disposição de discutir muito esse tema e de somar forças nas ruas e praças que culmine na derrubada da oligarquia no nosso estado. Desde já convocamos todxs xs estudantes que constroem a Assembleia Nacional de Estudantes – Livre a se fazerem presentes nas próximas atividades como às Assembleias Populares que acontecem aos sábados no centro da cidade, bem como para a Parada gay que acontece nesse domingo. A Anel vai está com o seu bloco na parada deste domingo pra fortalecer a luta contra às opressões e discutir com todxs a saída do Dep. Marco Feliciano da Câmara de Direitos Humanos e Minorias.

#FORASARNEY
Por uma outra política econômica para os trabalhadores e para a juventude!
#FORAFELICIANO

quarta-feira, 26 de junho de 2013

A Estadual Acordou


        Por Thiago Tiers
        Coletivo Revolutas

        O Coletivo Estudantil Revolutas da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) organizou na última sexta-feira (21/06), um protesto na parte administrativa do Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais (CECEN), reivindicando a entrega das obras das salas de aula e laboratórios do conhecido Prédio das Licenciaturas, que completou neste ano seis anos do começo da construção e nove do projeto. A manifestação contou com a presença de alunos dos cursos de Geografia, História e Pedagogia. Após o manifesto foi realizado uma reunião com os estudantes presentes, onde ficaram deliberados os seguintes encaminhamentos: nos próximos dias será passado em todos os cursos da universidade um abaixo-assinado, que irá pedir o apoio de todo comunidade acadêmica para a nossa luta. Depois das coletas de assinaturas será organizada uma grande manifestação, mas agora na frente da reitoria, para a entrega deste documento e exigirmos uma reunião sobre o assunto com os gestores da Instituição.  
        Hoje (26/07) aconteceu mais uma paralisação em frente à UEMA reivindicando melhorias nos transportes e nas próprias condições da universidade. Desde já convidamos os estudantes a se somarem nas próximas mobilizações que crescem em toda a cidade.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A juventude voltou a ocupar às ruas de São Luís



Brasil: um país de muitas lutas! A juventude cumprindo seu papel ao lado dos trabalhadores!
De norte a sul do país, a juventude está mandando o recado: acabou a paciência com os governos, é tempo de dar fim a ganância dos empresários do transporte público!
A força das mobilizações decorre da situação calamitosa do transporte público no Brasil e os problemas que se repetem em todas as cidades: tarifas que aumentam ano após ano, ônibus e trens extremamente lotados; longas filas de espera, escassez de linhas noturnas e dificuldade de acesso às periferias. Se locomover no espaço urbano é uma tarefa cada vez mais difícil. Por um lado, existe a dificuldade de acesso devido à elitização do transporte coletivo, por outro, o colapso da mobilidade urbana, que gera os enormes engarrafamentos, a poluição e a violência no trânsito.
Os responsáveis por essa situação são os governos, que há décadas vem entregando o transporte público nas mãos da iniciativa privada. A Constituição Brasileira afirma que “o transporte é direito de todos e dever do estado”, mas hoje quem coordena esse serviço essencial são os “tubarões” do transporte público, que lucram bilhões anualmente à custa do mal estar diário da população e da exploração dos rodoviários e metroviários, que trabalham em condições precárias e são submetidos a jornadas diárias extenuantes.

São Luís também parou...e vai continuar parando!
Em São Luís apesar da tarifa não ter aumentado existe um sentimento muito forte de indignação com a situação do transporte público que é bastante precário. Fomos no dia 19 de junho às ruas exigir a redução da tarifa de transporte, além do passe-livre para a juventude e trabalhadores desempregados. Gritamos #ForaSarney e exigimos que o prefeito Edivaldo Holanda Júnior reduza o preço das tarifa do transporte na capital.
Hoje mais organizações se integram a construção dos atos e das mobilizações da cidade. Um ato que começou muito pequeno, se "agigantou" e hoje ganha muita força. Centrais sindicais, sindicatos, Centros Acadêmicos, DCE, Coletivos estudantis e de jovens, Movimentos LGBT, Mulheres, Negros e Negras, intelectuais, professores, partido políticos, trabalhadores rurais, quilombolas, comunidades tradicionais em luta e movimentos de periferia. Todos estão na luta contra os governos que desrespeitam nossos direitos e nos atiram bombas em nossas manifestações.
Queremos denunciar o papel nefasto que cumpre a União Nacional dos Estudantes (UNE) aqui no Maranhão, que na última passeata impediu o carro do DCE da UFMA de subir para a Praça Pedro II. Uma entidade que está do lado da oligarquia Sarney e que não fortalece as lutas em São Luís, pelo contrário, é parte do setor reacionário que esteve na última marcha.

Dia 22 de junho: Vamos marchar contra a corrupção, #ForaSarney e exigir o Passe-Livre!
Nós da ANEL estamos presentes com nossas faixas bandeiras e cartazes para fortalecer a luta da juventude e dos trabalhadores de São Luís! Desde já queremos convidar a juventude que luta por melhorias na educação, transporte, contra a PEC 37, mobilidade urbana a se somar neste sábado, às 14h na Praça Maria Aragão, no Centro de São Luís.
Estaremos juntos com outros milhares de jovens e trabalhadores para exigir nossos direitos nas ruas. Queremos construir os nossos sonhos e está em nossas mãos a oportunidade de construí-los. As balas e bombas dos governos não apagarão nossos sonhos, nossas ideias e a nossa luta!

terça-feira, 28 de maio de 2013

As lutas da UFMA se encontram no II Congresso da Anel

Por Thamara Layla e Micael Carvalho
da Executiva Estadual e do DCE da UFMA





 Pra ficar na história!

Nos dias 30, 31 de maio, 1 e 2 de junho acontecerá o 2º Congresso Nacional  da ANEL, a juventude de norte a sul do Brasil que esteve nas lutas; greve do funcionalismo, contra aumento, 17M e todas as lutas que o Brasil tem sido palco, tem um encontro marcado, e esse encontro será em Juiz de Fora em Minas Gerais!

Há 4 anos quando a ANEL foi fundada em um Congresso Nacional de Estudantes tínhamos uma tarefa muito importante, a de resgatar os princípios e bandeiras que a UNE deixou de lado quando se aliou ao governo. Os posicionamentos da ANEL e todas as nossas campanhas políticas estão relacionadas diretamente com os princípios que defendemos, eles são nosso patrimônio e o que mantém nossa entidade livre e na luta: independência política dos governos federal e estaduais, independência financeira, democracia com o controle dos estudantes, ação direta, luta contra as opressões, unidade com a classe trabalhadora e internacionalismo,  nos deixam com muito orgulho. E nesse segundo Congresso queremos reafirmar cada um deles, na certeza de apontar para a construção do futuro da juventude. Sendo ANEL, apesar de sua pouca idade, reconhecida nacionalmente como a entidade que está ombro a ombro com os trabalhadores desse país, seja lutando por uma educação pública gratuita de qualidade com 10% do PIB JÁ, contra a implementação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), o Acordo Coletivo Especial (ACE) e todas as medidas do governo que vêm no sentido de flexibilizar os direitos da classe trabalhadora!


As eleições de delegados para o CONANEL e para o CONUNE na UFMA

Nós próximos dias haverão dois congressos, o 2º Congresso da ANEL e o 53ª Congresso da UNE, com histórias totalmente diferentes na sua construção, nos debates políticos e na retirada dos delegadxs. No Congresso da Anel terá importantes lutas, como as que foram construídas pelo estudantes da UFMA, UEMA, IFMA, Liceu, Cintra e CEUMA nos últimos tempos. Convidamos vocês para virem conosco conhecer como nós organizamos, debater os rumos da educação, contra toda e qualquer forma de opressão, que venha debater o processo de extinção das populações indígenas, quilombolas e do ataque aos estudantis.Venham para o 2º Congresso da ANEL!

A ANEL Maranhão tem mais de 60 delegados eleitos no estado, seguindo nosso principio de democracia de base; Os cursos/escolas com até 300 estudantes na base, elegerão 5 delegados. Os cursos/escolas com mais de 300 estudantes elegerão 5 delegados mais 1 delegado a cada 100 estudantes na base. Cursos de Ensino à Distância (EaD) elegerão delegados na seguinte proporção: 1 delegado por polo de ensino presencial, mediante eleição realizada por comissão de 5 alunos do polo ou entidade representativa do polo.

Exemplo: Um curso/escola de 400 estudantes elege 6, um curso com 500, elege 7 e assim por diante.
Dessa forma, deu-se as eleições de cada delegado, em contra partida a UNE tão distante dos estudantes não consegue sequer cumprir o critério da democracia de base. Na UFMA as eleições aconteceram sem nenhum debate político ou atividade que pudesse subsidiar as discussões necessárias. O interessante é que me meio a eleição de delegados dos dois Congressos aconteceu uma grande e vitoriosa ocupação de reitoria e não ouvimos nem sombras de um apoio da União Nacional dos Estudantes ao movimento. A UNE pelo contrário assistia e torcia para que o movimento desse errado, entretanto isso não aconteceu. 

O movimento estudantil na UFMA vem crescendo e com ele suas mobilizações impulsionadas pelas lutas estudantis tomando como ponto de apoio o DCE da UFMA e a Anel. É importante deixar isso claro! Outro fato que queremos destacar sobre os dois Congressos é que, enquanto o CONUNE elegeu apenas 16 delegados em toda a UFMA, só na UFMA o Congresso da Anel elegeu 57 delegados, e ainda contamos com o IFMA e com a UEMA. A Anel, apesar do seu tamanho, tem tido uma influência bastante importante no conjunto das lutas dos movimentos sociais aqui na universidade, pois tem realizado muitos debates e participado de atividades com vários outros setores do movimento, como quilombolas, indígenas, comunidades tradicionais, etc.

Queríamos que os companheiros da Esquerda da UNE fizesse uma reflexão sobre as eleições do CONUNE aqui na universidade. Trazemos uma reflexão ao Coletivo “Vamos à Luta”, principalmente, que referendou o “Bloco da UNE” nas eleições e teve apenas um delegado e não acompanharam todo o processo, com grande suspeitas de fraude nas atas, revelando um pouco do que será o CONUNE em Goiânia. Dessa forma não há como “virar qualquer maré”, pois a representatividade de outros grupos já fica comprometida, como também acaba por travar toda a dinâmica imposta pelos estudantes da UFMA nos últimos meses, referendando a velha e engessada entidade.

Por diversas vezes fizemos o chamado aos companheiros a virem conosco para o II Congresso da Anel, mas infelizmente os companheiros estarão reunindo seus coletivos nacionais (apenas, pois não participam inteiramente do CONUNE), em vez de unificarem as lutas em todo o Brasil. Não é assim que se vira nenhuma maré, não é assim que se anda pra frente. A UNE parou na história, mas a luta não! Depois dos dois Congressos a história que a UNE seguirá não será diferente dos últimos anos do governo do PT, enquanto a Anel seguirá firme ajudando a fortalecer o DCE da UFMA, as mobilizações e as lutas estudantis junto com os companheiros. Esperamos que possam fazer uma grande reflexão e vir conosco construir um futuro do tamanho dos nossos sonhos.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Nota da Anel de apoio à Ocupação da Reitoria da UFMA


#NegociaJaNatalino!!!

                                               Por Micael Carvalho

Depois de muitas tentativas de negociação com a administração superior da UFMA o movimento estudantil da UFMA voltou a ser protagonista de um grande e vitorioso movimento. A realização da Assembleia Geral e a própria ocupação da Reitoria já é uma grande vitória para o movimento estudantil da UFMA. Agora é nacionalizar essa grande e importante luta em defesa da Assistência Estudantil de qualidade.

A verdade se contrapõe às mentiras da Reitoria da UFMA. Negocia Natalino!!!
No dia 07 de maio, às 15 horas, aconteceu na área de vivência da UFMA a Assembleia Geral de Estudantes, contando com a participação de cerca de 200 estudantes. Um marco histórico para o Movimento Estudantil da UFMA, que há tempos não via manifestações assim. Existe hoje uma universidade mobilizada e conta como ponto de apoio as entidades estudantis, como o DCE, além das residências estudantis organizadas.
A Assembleia Geral deliberou pela entrega da pauta de reivindicações na reitoria. Por volta das 17 horas, todos os estudantes partiram para o prédio da administração superior da UFMA, mas as portas do gabinete do Reitor se encontravam fechadas e com seguranças armados. Deu-se a continuação da assembleia no hall do prédio, onde se deliberou, por volta das 17:30, pela ocupação da reitoria até que a administração superior da UFMA sente e se disponha a negociar com os estudantes. Até agora o movimento não teve uma resposta sequer da reitoria, a não ser tentar criminalizar o movimento, lançando uma absurda nota no site da universidade. O movimento segue firme em tentar negociar com a reitoria da universidade. 

É hora de construir outro projeto de educação
Na verdade, a ocupação reflete o descaso do governo federal nos últimos 5 anos com a implementação do Reuni nas universidades públicas federais. Um programa que já trazia em sua essência graves problemas, no que concerne a verba, infraestrutura suficiente e condições de permanência dentro das universidades federais. A greve da educação foi reflexo dessa precária condição imposta pelo governo e reafirmada pela União Nacional dos Estudantes (UNE). Durante 5 anos de implementação desse programa temos uma avaliação que hoje é feita nas ocupações e mobilizações estudantis Brasil a fora: a farsa de um programa do governo do PT que em seus 10 anos de governo (Lula e Dilma) não trouxe avanços para os estudantes e muito menos para os trabalhadores.
Os estudantes da UFMA, através do DCE tem resgatado parte importante da história de luta do movimento estudantil. Os estudantes estavam desacostumados com a luta, ocupações e mobilizações. Estavam acostumados com a apatia e conformismo imperado pela UNE nas últimas gestões do DCE. Nós da Anel temos orgulho de fazer parte de uma gestão com vários companheiros do movimento estudantil local que não pararam na história igual a velha entidade e são parte do resgate da tradição de luta. Hoje a reitoria se espanta com a ocupação e a repercussão que a mesma ganhou em tão pouco tempo e o maciço apoio estudantil que recebeu.
Nós achamos que mais ocupações iguais a essas precisam acontecer nos próximos meses nas universidades públicas brasileiras, pois são demandas estudantis que hoje não estão sendo abarcadas pelos programas federais.
A Anel não só manifesta seu apoio a ocupação da UFMA, como também é parte consciente de uma luta política na reconstrução de um novo movimento estudantil. E queremos dialogar com os companheiros e companheiras da esquerda da UNE que também sejam parte consciente desse processo. Nós achamos que toda unidade precisa se dar cada vez mais com iniciativas na base e que aprofundem o processo de reorganização. Todas as iniciativas da Anel aqui na UFMA e nas demais universidades tem sido no intuito de reforçar a mobilização dos movimentos de casas, dos centros e diretórios acadêmicos. Construir um outro projeto de educação passa diretamente pela mobilização e articulação com o movimento estudantil. Nós já vimos que a falta de verbas foi parte significativa dos problemas causados pelo Reuni e são as mesmas limitações do atual PNE do governo, que não investe 10% do PIB imediatamente. Logo é preciso construir um projeto que reflita a demanda da classe trabalhadora brasileira.

É preciso nacionalizar as lutas e construir um grande Congresso
Para nós uma iniciativa muito importante nas próximas semanas é do dia 17 de maio (17-M).  A reunião com o MEC está no marco e realização de um grande espaço do movimento estudantil nacional reunir com o governo, apontado a perspectiva de garantia de mais investimentos em Assistência Estudantil. Essa precisa ser uma luta nacional e já foi deliberada na Assembleia Geral aqui na reitoria a participação do movimento estudantil da UFMA nessa reunião, bem como uma grande atividade no dia 17 de maio aqui na universidade.
As lutas por mais verbas para Assistência Estudantil, bem como outras importantes lutas não passarão pelo Congresso da União Nacional dos Estudantes. A UNE tem cada vez mais ligações com o governo e o seu Congresso está distante de refletir as lutas que acontecem nas escolas e universidades, como é o caso dessa ocupação. Aqui a UNE não apoiou, pois entraria em conflito com a reitoria da UFMA. Ou seja, é uma luta que está mais uma vez distante da velha.
Essa é uma luta, assim como a luta contra a EBSERH que estará presente no Congresso da Anel. Nossa entidade tem cada vez mais sendo um ponto de apoio para as lutas que se chocam contra os governos, reitorias, diretores e um longo etc. Queremos que o nosso Congresso se transforme numa grande ocupação com muitas faixas, bandeiras, cartazes e intervenções características da juventude brasileira. É esse o congresso que nós queremos construir. Um Congresso do tamanho das lutas e dos sonhos da juventude.